quarta-feira, 2 de março de 2011

strange dreams


Contact is all that it takes
To change your life, to lose your place in time
Contact, asleep or awake
Coming around you may wake up to find

Questions deep within your eyes
Now more than ever, you realize

And then you sense a change
Nothin' feels the same
All your dreams are strange
Love comes walkin' in

Some kind of alien
Waits for the opening
Simply pulls a string

Another world, some other time
You lay your sanity on the line
Familiar faces, familiar sights
Reach back, remember with all your might

Oh, and there she stands in a silken gown
Silver lights shinin' down

And then you sense a change
Nothin' feels the same
All your dreams are strange
Love comes walkin' in

Some kind of alien
Waits for the opening
Simply pulls a string
Love comes walkin' in

Oh, sleep and dream; that's all I crave
I travel far across the Milky Way
To my master I become a slave
'Til we meet again some other day

Where silence speaks as loud as war
Earth returns to what it was before

And then you sense a change
Nothin' feels the same
All your dreams are strange
Love comes walkin' in

Some kind of alien
Waits for the opening
Simply pulls a string
Love comes walkin' in

Love comes walkin' in
Baby, pull the string
Love comes walkin' in
Love comes walkin' in, yeah!
Huh uh! Yeah, oh, oh, oh


So long!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

plac plac plac


Entre 07 e 19 de fevereiro aconteceu em Pelotas o I Festival Internacional de Música do SESC.
Não ficou sabendo?
Então, perdeu mané.

Era aquela coisa. Já acordava pensando: que será que tem hoje no Festival?
Hummmm... Tango, Jazz, Percussão, Cordas, metais, ópera... lalalalala...

Sempre gostei de música instrumental e a dita "música clássica". Da mesma maneira que agradeço por meu pai ter me incentivado a ler e ter contado tantas historinhas quando era pequenina, também agradeço por ter me incentivado a ouvir: Renato Borghetti, Balão Mágico e uma coleção inteira de discos de Tchaikovsky, Bethoven, Bach e Mozart. Não é a toa que o nome do meu irmão é Richard Wagner. Colocava esses discos no nosso SHARP (3 em 1) e imaginava que era uma bailarina (risos!)

Essas duas semanas de música imprimiram em Satolep um ar ainda mais criativo, com tom de uma espécie de "alegria tranquila" e deixou os meus dias muito mais leves.


A saudade do Festival e das pessoas fantásticas/ talentosíssimas/ engraçadíssimas/ meiguíssimas que conheci, já é grande.

Muito Obrigada SESC, por essa oportunidade.


É por isso, que é tão dificil se despedir de SATOLEP.

Muitos aplausos para quem através da música e de seu jeito incrível de ser deixa esse mundo muito melhor!

Hasta!

Foto: Iná Grabin
(Na foto: Fernando Deddos no eufônio e Patricio Consentino na tuba)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Happy Valentine's Day!


              quando eu vi você
tive uma idéia brilhante
foi como se eu olhasse
de dentro de um diamante
e meu olho ganhasse
mil faces num só instante

basta um instante
e você tem amor bastante


Do querido Paulo Leminski

Hasta (L)!

Dica de filme. Cinéfilos 2011. Capítulo 3




Preciosa - Uma história de Esperança (2010)
Drama (mas é DRAMA mesmo)
EUA


Impressões minhas:
= Só veja esse filme se tu tens estômago, fígado, coração BEM FORTES;
= Não faça com a pateta aqui, que viu antes de dormir (pesadelo garantido);
= O filme é simplesmente sensacional (um dos melhores que já vi);
=
O filme concorreu ao OSCAR nas categorias Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Edição e Melhor Roteiro Adaptado;
= Sinta-se feliz com a sua vida: assista esse filme;
= "Minha vida está maravilhosa!": então é melhor nem assistir.

Hasta!!!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Dica de filme. Cinéfilos 2011. Capítulo 2

A encantadora de Baleias (2003)
Drama
Nova Zelandia
Comprei no camelô
Audio em Inglês.

Observações minhas:
- O filme é lindo, mas esperava mais. O final é meio óbvio.
- O destaque vai para a atuação de Keisha Castle-Hughes, que foi indicada ao Oscar aos 13 anos. Mas não é para menos!
- Ótimo para aulas de Antropologia.


Hasta!



terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dica de filme. Cinéfilos 2011. Capítulo 1

Há tanto tempo que te amo.
Drama (e suspense).
França/ Alemanha.
Peguei na PLUG.
Audio em Francês.

Observações minhas:
- Paraxodalmente parado e que te prende até o final.
- Com um final surpreendente.
- Atrizes "lindas de morrer" e duas meninas orientais que dá "vontade de morder".

hasta!!!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Rima rica, frase feita.


Pela primeira vez na vida assiti um show do Nei Lisboa!
Finalmente!
Até porque, soa estranho que nunca tenha visto o cara que toca a minha música preferida e é, além disso, gaúcho. "Pra você guardei um universo, quando falta espaço, eu faço um verso e durmo na canção"!!!

O show estava aquela coisa: a simplicidade e o bom humor do Nei.
Além disso, cantando cena beatnik, ele surpreendeu quase dando as costas depois dessa música que seria o bis, voltando e cantando: faxineira, fascinante.

Um cara que passou por muitos perrengues e que não tem a pretensão de ser um astro (conclusão chegada numa conversa muito divertida dentro de um fusquinha vermelho, com amigos queridos).

Além disso, as sacadas mais geniais nas suas letras e uma aversão ao gauchismo, retratada no texto abaixo.

Na boa, NEI LISBOA é o CARA!!!

Não estou subestimando a inteligência de ninguém ao dizer que a música gaúcha torna-se intragável para um adolescente esclarecido. Estou é afirmando que as gerações do século 21 não irão compactuar com os preconceitos, os estereótipos e o regramento artístico do movimento tradicionalista. Alguém (mais esclarecido) dirá que essa é uma generalização equivocada, já que nem toda a música regional se submete ao perfil do MTG, e que ela abriga outros movimentos como o nativismo, a tchê music, a projeção folclórica etc.

Está certo. Mas, cá entre nós, essas diferenças não são sempre cristalinas para o público. E se há de fato aqueles que refugam o modelo oficialista e conservador, pouco se escuta sua voz. Onde está essa contestação? No espaço mais visível da mídia, o que predomina é uma nebulosa monotemática, sempre pilchada a rigor e exaltando aquele Rio Grande que, sabe-se bem, nunca existiu. Sejam obras-primas e virtuoses, ou melodias e intérpretes canhestros, pouco importa: ficam todos cooptados por essa mitificação e perdem igualmente substância ao se enquadrar em tal moldura.

Usei a exata expressão “a música gaúcha torna-se” (e nunca “a música gaúcha é”) ao comentar meu desagrado por isso tudo que a envolve. Há uma sutileza gigante entre as duas formas, dentro da qual tentei ser gentil com colegas músicos, e muito duro com pretensos patrões da cultura.

Por óbvio, o gosto de cada um deve imperar na avaliação do que escuta, e isto aqui nem vem ao caso. Não estou recomendando que o gaúcho aprimore a sua técnica musical. Estou sugerindo que atualize a percepção de si mesmo. Que refine com verdade, razão e autonomia a sua trajetória. Aqueles poucos que, adulterando a frase, se apressaram em amesquinhar o tema são os interessados de sempre em insuflar a defesa da “valorosa honra do Rio Grande”, e dela extrair audiência e patrocínio. Talvez esteja aí o melhor exemplo do que é realmente difícil de engolir.

HASTA!!!

Hein?