sexta-feira, 30 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
é urgente, é latente... Estado Palestino!
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Não precisa sofrer
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Cacholas do abuso
Optei pelo xixi na cama
A dialética prova que é irreversível
Aquele xixi feito na cama, a lenha do fogo que eu brinquei
E o amor que eu senti
Não adianta tentar criar o raso no abismo
A gravidade não te puxa pra cima
Mesmo que nem comece
Vai ter um fim
Não há como mentir fisiologicamente
Pois quando ela chegou daquela longa viagem
Pediu paz e um pedaço do meu colo
Na ilusão de que eu não fosse um poeta
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Coisa boa
terça-feira, 31 de maio de 2011
Para um outro Porto
No terceiro andar de Babel
Um amontoado de livros, de obras, de abracadabras
Isso faz filosofia de padaria ou de bar
Em cada café histórico
Desgosto de classe
Socio-imaginando com Marx
Arvoredo na Barroso
Nem tão grande assim
Meu mate toma um violão na calçada
Andar nessa rua, só me faz fitar
Inventar
Fazer o depressa perambular
Satolep Noite
Fazer ouvir um rockezito
Ou Nei Lisboa, tri legal
Essa coisa “liberdade/ liberal”
Onde o amor é quiçá um líquido
E o gênero não é mais do general
Já perdi um amor para
Um outro Porto
Um Porto que se revitaliza
Até parece um novo outro cais
Que se embriaga de tristes recordações
Nesse porto eu não me perco nunca mais.
Hasta!





